17.11.06
Especial Jeff Buckley
"Live fast, die young", "it's better to burn out than to fade away"... Tretas.
E nenhuma destas filosofias se aplica a Jeffrey Scott Buckley, que, fosse vivo, completaria hoje 40 anos.
É um fenómeno sociológico e musical interessante: um gajo que grava um disco (e meio) em vida e que é referência para uma nova geração de cantores e compositores.
Aqui também se tentará explicar isso, escrevendo algumas linhas sobre o homem e o seu infindável talento, aproveitando, para tal, muitas das rubricas usuais do blog, com histórias, mp3 e vídeos.
Para fãs e não-fãs de Buckley, espero que gostem.
A gerência.

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Olavo Lüpia, 17.11.06 | Referências |


3 Comments:


  • At 17 novembro, 2006 03:44, Blogger Sãozinha

    Bela surpresa Mestre Olavo. Quem não tem Grace como álbum favorito, ouvido até à exaustão (e que no meu carro roda pelo menos desde que o tenho, há para aí uns anos) não é filho de boa gente. Aos grandes génios a vida prega partidas para que se tornem imortais.

     
  • At 19 novembro, 2006 23:56, Anonymous ouija

    bom trabalho...

    já não via o rapaz há bastante tempo e os discos já ganham pó na estante. nada como regressarmos a casa para nos darmos conta das saudades.

    ... muito bom trabalho mesmo.

     
  • At 05 maio, 2008 04:31, Blogger Uxka

    Obrigada à gerência pelo Especial. (D)escreve muito bem aquilo que eu sinto pela música de JB e não conseguiria nunca passar a palavras.
    Foram anos e anos a ouvir Grace e Sketches. Parei no Mistery White Boy, não comprei mais nenhum, não sei se perdi alguma coisa mas tive medo que sair desiludida, não pelo músico mas por ouvir algo menor naquela voz. Curioso que mencione Vancouver... é um autentico murro no estomago e a maioria passa-lhe ao lado. E pronto. Obrigada de novo.