9.7.09
Motion Picture Soundtrack
O visado definiu "Lucky Three: a Portrait of Elliott Simth" como sendo «um cruzamento entre um vídeo e um documentário, não sendo na verdade nenhum dos dois».
É um pequeno filme de 11 minutos realizado por Jem Cohen, no qual Elliott Smith faz performances 'live' de Between The Bars e Angeles, que viriam a ser incluídas no monumento lo-fi "Either/Or" (1997), com a canção Thirteen (original dos Big Star de Alex Chilton, no ano de 1972) de permeio.


"Lucky Three: a Portrait of Elliott Smith" (1997)
[Gravações: Outubro de 1996]

Realização: Jem Cohen

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Olavo Lüpia, 9.7.09 | Referências | 0 Feedback(s)
6.6.09
«Say the right things when electioneering...»

Electioneering - Radiohead
"O.K. Computer" (1997)

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24.4.09
Elliott Smith Vs Lhasa + Patrick Watson
Between The Bars - Elliott Smith
"Either/Or" (1997)


Between The Bars, Lhasa de Sela & Patrick Watson
(2009)

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6.2.09
Porque hoje é Sexta.../Decomposing Composers
Lux Interior
[21.10.1946-04.02.2009]

Like a Bad Girl Should - The Cramps
"Big Beat From Badsville" (1997)

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Olavo Lüpia, 6.2.09 | Referências | 3 Feedback(s)
2.1.09
Porque hoje é Sexta.../First Rays Of The New Rising Sun


Freedom
Izabella
Hey Baby (New Rising Sun)
Jimi Hendrix , "First Rays Of The New Rising Sun", 1997 (Gravações de 1970)

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Olavo Lüpia, 2.1.09 | Referências | 0 Feedback(s)
16.10.08
Novidades - Bob Dylan

Dylan esvaziou os bolsos mais uma vez, tirando de lá os "trocos" de quase 20 anos. Faz um duplo, o 8.º tomo das Bootleg Series, e deixa-nos completamente desconcertados com a qualidade e homegeneidade do material, entre o folk, o country e o blues.
Repare-se só nestas três canções que não tiveram lugar no excelente "Time Out Of Mind", de 1997 - se bem que Mississippi acabou por ser regravada e fazer parte do disco seguinte, "Love and Theft" (2001).

Mississippi
Red River Shore
Dreamin' Of You
Bob Dylan, "Tell Tale Signs: The Bootleg Series, No. 8" (2008)


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Olavo Lüpia, 16.10.08 | Referências | 1 Feedback(s)
9.6.08
Blue Mondays...

People Ain't No Good - Nick Cave & The Bad Seeds
"The Boatman's Call" (1997)

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Olavo Lüpia, 9.6.08 | Referências | 0 Feedback(s)
21.5.08
Posts que não vão mudar a vossa vida

Há tipos que não são muito normais, há gajos muito anormais, há o sujeito mais anormal do mundo e depois há esta dupla: Komar & Melamid.
Ora, estes tipos propuseram-se a uma estranha aventura: criar, cientificamente, a música mais irritante do mundo, assim como a mais desejada. Fixos no fito comum, os gajos com o aspecto distintíssimo que podem ver acima colocaram uma sondagem online, em 1996, na qual perguntavam aos ciber-transeuntes quais os elementos musicais que mais os atraíam /repeliam e, de acordo com as respostas, construir a composição que provocasse mais conforto/desconforto no ouvinte. Seguidamente, a dupla chamou o compositor Dave Soldier para transformar os dados em som.
Daí resultaram duas obras, The Most Wanted Song e The Most Unwanted Song - The People's Choice Music.
Ora, todo este método (supostamente) científico é discutível. Muito mesmo. Desde logo, pelo questionário, com perguntas pouco distanciadas do resultado que se pretendia atingir, entre outras objecções.
Passando isso à frente, concentremo-nos nos resultados finais - curiosos, no mínimo.
Quanto à música "mais desejada" diga-se que é um enfado pegado em 5 minutos. Sem pés na cabeça. Segundo as pessoas que responderam à sondagem, música "da boa" tem um feel suave entre a pop e a soul, uma voz feminina afinada mas indistinta, uma voz masculina rouca (neste caso, muito próxima de um Kenny Rogers), um sax supremo coladíssimo a Kenny G. (a sério!) e um solo virtuoso da guitarra (e, tire-se o chapéu, convocou-se um verdadeiro virtuoso para a função: Vernon Reid).
A música menos desejada é bem mais interessante. A começar pelo dissecar da coisa. Primeiro, a coisa tem mais de 20'! E, nesse tempo todo, não se optou pelas dissonâncias, que seria uma saída expectável. Há um coro de putos a cantar coisas desnexadas, seja sobre o Dia dos Veteranos, seja sobre o Dia do Trabalhador ou os feriados e ocasiões religiosos (o cristão Natal ou o Yom Kippur judeu), com uma mensagem publicitária final («faça as suas compras no Walmart!»), há rap-ópera por uma soprano (juro!), há bluegrass e muitas outras coisas. Ainda que não seja uma audição simpática - consegue ser bem agreste, acreditem! -, a verdade é que a sucessão estapafúrdia destes elementos sempre vai desenhando um sorriso na nossa cara, seja ele sincero ou de comiseração.

Ora, aqui ficam os resultados da "pesquisa" de Komar & Melamid...

The Most Wanted Song
The Most Unwanted Song
Komar & Melamid e Dave Soldier, 1997

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Olavo Lüpia, 21.5.08 | Referências | 4 Feedback(s)
22.4.08
Dig your memory, Lazarus...
Estava aqui a pensar qual teria sido a última vez que vi um bigode no Porto e como essa informação podia muito bem ser importante, em termos de preparação para eventos vindouros, e, assim de repente, só me lembrei do Manel Cruz...


Punk Moda Funk, Ornatos Violeta
"Cão" (1997)

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21.1.08
Blue Mondays...
Roads - Portishead
"Dummy" (1994)


Humming, Portishead
"Portishead" (1997)

Realização: Ben Waters


Só os mais distraídos é que desconhecerão que os de Bristol começam a tournée europeia aqui pelo burgo no próximo mês de Março, com dois concertos nos Coliseus: dia 26 no Porto e 27 em Lisboa. Quanto ao novo disco, a sua edição está prevista para o mês seguinte.

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Olavo Lüpia, 21.1.08 | Referências | 2 Feedback(s)
28.12.07
Porque hoje é Sexta...
One Man Army - Prodigy & Tom Morello
"Spawn (OST)" (1997)

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8.10.07
Blue Mondays...

Alameda - Elliott Smith
"Either/Or" (1997)

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10.8.07
Porque hoje é Sexta...

Bigamia - Ornatos Violeta
"Cão!" (1997)

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Olavo Lüpia, 10.8.07 | Referências | 0 Feedback(s)
31.7.07
Créditos finais
Giving up the Hero - Zita Swoon
"Music inspired by Sunrise, a film by F.W.Murnau - a 1996 Score" (1997)

«I'm giving up my trespass,
I think I'll sit upon my roof
I think that's
High enough for me to crawl
I think I don't need any proof

I'm giving up the hero,
I think I'll hang around
In this same old town,
I'll put my money down

And I, I was in a movie
I was on the run
I been in everybody shoes
I had my fun
I'm getting of your turnpike
I think I need relief
The dirttrack that I trust in
Is good enough for me
»

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Olavo Lüpia, 31.7.07 | Referências | 0 Feedback(s)
Palavras para quê? XI (reprise)
Depois de ter mostrado uma parte do lado instrumental dos Moondog Jr., os mesmos, já sob o definitivo nome de Zita Swoon e o seu primeiro lançamento: uma banda sonora para o clássico "Sunrise: A Song Of Two Humans" (1927), do realizador alemão F.W. Murnau.
Como filme belíssimo e intemporal e dos tempos anteriores ao "sonoro", "Sunrise" ou, em português, "Aurora", teve já múltiplas bandas que se propuseram a fazer a sua própria banda sonora, dos Lambchop aos Zita Swoon. Em Portugal, vi (no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra) a banda sonora que a Orquestra Láudano do ex-Belle Chase Hotel, Luís Pedro Madeira - belíssima, belíssima. Refira-se que a banda sonora original do filme é de Hugo Riesenfeld.
Concentremo-nos, então, nos Zita Swoon, cuja proposta de banda sonora é parcialmente cantada - se bem que, pelo nome da rubrica, já perceberam que o lado cantado terá de ficar para mais tarde...
A primeira escolhida é a música dos créditos iniciais; The Waiting é belíssima; Trip to the City é uma excelente música que só pode dar boa disposição (e um dos meus toques de telefone), enquanto que Peasant Dance pega no tema de Trip to the City e dá-lhe a volta ao compasso e ao feel geral.

Title: a song of two humans
The Waiting
Trip to The City
Peasant Dance
Zita Swoon, "Music inspired by Sunrise, a film by F.W.Murnau - a 1996 Score" (1997)

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Olavo Lüpia, 31.7.07 | Referências | 2 Feedback(s)
1.7.07
10/10 (dez-em-dez) - "OK Computer", 1997 (parte 2)
(capa do disco: Stanley Donwood)


(continuação)

Se Paranoid Android é a peça charneira do disco, o seu resumo musical em seis minutos e qualquer coisa, Fitter Happier é o coração. Um coração de classe média, com a voz sintetizada da plataforma de um Macintosh.
Cristaliza-se a metamorfose do homem em máquina, que resume o sentir global do disco, repleto de slogans do tão em voga "viver saudável". Consta que o piano que podemos ouvir em fundo foi criado por Thom Yorke, em estado ébrio.

Fitter Happier

Do maquinismo eléctrónico de Fitter Happier passa-se para o pulsar vivo de Electioneering. O riff rock excitante, saído da guitarra de Jonny Greenwood, dá o tiro de partida para uma verdadeira montanha russa musical. A guitarra de Greenwood é, aliás, o que mais sobressai da música: enquanto Yorke canta magistralmente o refrão «When I go forwards/and you go backwards/and somewhere we will meet...», Greenwood faz com a sua guitarra, exactamente, tais percursos. Uma ideia simples, mas de uma eficácia tremenda.

Electioneering

A onda de excitação é quebrada com a hipnótica e demencial Climbing Up The Walls. As guitarras que faziam a faixa anterior (assim como o baixo) são agora substituídas por sintetizadores, que apenas são acompanhadas por cordas na sua parte final, num arranjo orquestral estranhíssimo - segundo J. Greenwood, inspirado no trabalho do compositor e maestro polaco, Krzysztof Penderecki. Os violinos não estão a tocar exactamente a mesma nota, mas notas separadas por quartos de tom, num efeito assustador, para o qual também concorre a voz de Yorke.

Climbing Up The Walls

A pura pop de No Surprises toma então o seu lugar, naquele que seria o terceiro single extraído do disco. Música mais simples no catálogo dos radiohead não existe. Um arpejo de guitarra, tocada com o capodastro no 15.º trasto, é o pano de fundo para toda a ode a um estilo de vida simples, sem stresses ou pressões urbano-depressivas.
Mais um vídeo excelente, realizado por Grant Gee (realizador do documentário de 1998, "Meeting People is Easy", sobre a digressão de promoção a este mesmo disco), em um só plano, sem cortes, e que servirá como prova da resistente caixa torácica de Thom Yorke, que serve não apenas para suster e vibrar a sua voz ou aclarar os falsetes.



Lucky é a faixa seguinte. Já havia sido editada num disco de apoio às crianças localizadas nos cenários de guerra da Bósnia-Herzegovina, de nome "The Help Album" (1995). Mais uma excelente música, com um refrão dramático e majestoso. O arranjo instrumental final é simplesmente soberbo.

Lucky

O disco acaba com The Tourist. Para não destoar, mais uma música impressionante. Os compassos irregulares e o casamento perfeito entre as vozes de Yorke e do guitarrista O'Brien são os seus pontos fortes, até ao "sininho" que dá por concluída a canção e o disco (que há quem pense tratar-se do sinal sonoro de um micro-ondas).

The Tourist


"Ok Computer" é, assim, um disco equilibrado, sem músicas menores. Em todas elas se vislumbra o trabalho aturado de composição, arranjo e produção. Um disco inovador, onde o calor do rock e a electrónica mais fria se juntam, de uma forma perfeita.
Pessoalmente, é um disco de uma vida.
Vejo-me até à sua audição como um ouvinte de rock e do pós-grunge, dos Pearl Jam (que, por acaso, reparei, ainda não coloquei aqui no tasco - só mesmo por acaso), dos Alice In Chains e, especialmente, dos Soundgarden até às suas influências principais, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Neil Young, etc.
Vejo-me depois como um ouvinte aberto a todo o tipo de música, sem preconceitos.
Antes gostava de guitarras, de baixos, de baterias, de vozes, depois fiquei a gostar de música - daí, talvez, se explique assim um pouco, também, o nome aqui do estaminé.

(Ainda assim, aqui fica uma "prendinha" para todos os guitarristas)

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Olavo Lüpia, 1.7.07 | Referências | 0 Feedback(s)
30.6.07
10/10 (dez-em-dez) - "OK Computer", 1997 (parte 1)
(capa do disco: Stanley Donwood)


Passam já dez anos sobre aquela que é, talvez, a melhor obra prima musical dos últimos 30 anos. Um disco que marca uma geração de músicos e melómanos, com música intemporal, superiormente escrita e arranjada e com a produção insuperável do então desconhecido Nigel Godrich, que havia assistido John Leckie na produção de "The Bends" (1995), e da própria banda.
O disco pode ser visto como «O definitivo guia para a sobrevivência nas sociedades modernas ocidentais», com foco especial na pressão e alienação do ser humano, causada por uma evolução social e tecnológica, que processou informação excessiva em relação ao que o Homem consegue assimilar. A mecanização e automatização das acções humanas - já não resultado da vontade consciente da pessoa - vai sendo explorada ao longo do disco (como exemplos, Paranoid Android, Let Down, No Surprises e, por todas, Fitter Happier).

O disco começa com Airbag. A batida de Phil Selway e o riff de guitarra de Jonny Greenwood constroem a rede de sustentação para uma música que apresenta uma estrutura convencional de canção, estrofe/refrão. No entanto, todo o trabalho de guitarras e percussão que vai acontecendo em pano de fundo, como que uma parede sonora, é absolutamente impressionante, até que tudo se caotiza mais para o final, com o noise das guitarras e dos mais variados instrumentos de percussão utilizados e sons computorizados.

Airbag

A seguir, chega o primeiro single de apresentação de "OK Computer", Paranoid Android. 3 músicas comprimidas e juntas numa, o que originou algumas comparações com Bohemian Rhapsody, dos Queen.
Musicalmente, é uma espécie de junção entre uns Pink Floyd dos anos 70 e uns Radiohead de "The Bends"; liricamente, é inspirada na personagem Marvin, o boneco que podem ver na barra lateral direita (na versão cinematográfica de 2005), de "The Hitchiker's Guide to the Galaxy", do escritor britânico Douglas Adams.
Não há muito a dizer mais sobre esta música, para além de que a considero a melhor música dos anos 90 e uma das melhores e mais inovadoras musicas de sempre. Tudo está pensado e executado ao milímetro. Os riffs das guitarras que vão dando os diferentes motes às sub-músicas são muito inteligentes, todos os sons que ouvem estão pensados ao milímetro e têm que escutar a músicas umas boas dezenas de vezes até os conhecerem todos. Desde a bateria clínica de Phil Selway, passando pela excelente linha de baixo de Colin Greenwood, os solos esfuziantes de Jonny Greenwood, o preenchimento de som por Ed O'Brien até à frágil e lindíssima voz de Yorke... está tudo lá.
Ainda sobre esta música, impossível esquecer o seu assombroso vídeo, realizado por Magnus Carlsson, responsável pela série animada "Robin", cujas personagens são "estrelas" do vídeo.




Subterranean Homesick Alien é uma música cujo título é inspirado na música Subterranean Homesick Blues, de Bob Dylan.
Sobre esta música, o guitarrista Jonny Greenwood explica que tentou recriar o ambiente de "Bitches Brew" - disco de 1970 de Miles Davis. O som, misterioso e futurista, serve a canção na perfeição, na sua história sobre um rapto alienígena.

Subterranean Homesick Alien

Exit Music (For A Film) aparece pela primeira vez, no final do filme "Romeo + Juliet" (1996), de Baz Luhrman, ainda que não tivesse feito parte da banda sonora original, a pedido de Thom Yorke. A música é inspirada, segundo o próprio Yorke, no exacto momento da narrativa em que Julieta aponta a arma à sua cabeça, vendo Romeu morto.
É outro verdadeiro monumento. Conduzida pela guitarra acústica de Yorke, naquela que podia ser uma balada folk ao estilo de um The Day Is Done de Nick Drake - a sequência de acordes iniciais é a mesma! -, as camadas de som que são colocadas na música dão-lhe uma tonalidade lúgubre. Temos samples de sons que parecem ser de crianças a brincar, coros de vozes sintetizados, até que a bateria e um baixo em pesada distorção entram na música, no seu climax apoteótico.

Exit Music (For A Film)

Depois, uma das minhas favoritas do disco e uma das mais melancólicas, Let Down, que esteve para ser o primeiro single do disco.
O riff da guitarra de Greenwood, tocado num compasso diferente do tradicional 4/4 em que estão os restantes instrumentos, é a primeira coisa a ouvir-se. Uma música pop perfeita, com as harmonias vocais de Yorke em plano de evidência, até ao seu final em forma de loop electrónico.

Let Down

Karma Police dispensa qualquer tipo de apresentação. É o segundo single de "OK Computer" e aquele que acabaria por focar as atenções do público em geral sobre o disco.
O som estridente final sai da imaginação do guitarrista Ed O'Brien, através da saturação de sons introduzidos num aparelho de delay digital.
O vídeo é realizado por Jonathan Glazer. Excelente, como já lhe é costume.




(continua)

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Olavo Lüpia, 30.6.07 | Referências | 0 Feedback(s)
29.5.07
("Everybody Here Wants You", excelente documentário da BBC, emitido em Maio de 2002)

(link alternativo)

Wave Goodbye - Chris Cornell
"Euphoria Morning" (1999)
Just Like Anyone - Aimee Mann
"Bachelor No 2" (2000)

(Ten Years Gone - Led Zeppelin
"Physical Graffiti", 1975)

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Olavo Lüpia, 29.5.07 | Referências | 2 Feedback(s)
16.5.07
Assustadoramente belo

Angeles, Elliott Smith
"Either/Or" (1997)

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Olavo Lüpia, 16.5.07 | Referências | 1 Feedback(s)
12.3.07
Blue Mondays...
Another Night In - Tindersticks
"Curtains" (1997)

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Olavo Lüpia, 12.3.07 | Referências | 1 Feedback(s)